segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Outras visões de "Jughead"!

O ótimo "Jughead" agitou as comunidades de blogs que acompanham a série. Abaixo, deixo algumas idéias bacanas que li essa semana...

"Que tipo de homem é Daniel Faraday"

Eu acho que esta é a grande questão do episódio. A sua relação com Widmore era mais do que clara, afinal, ele estava no cargueiro, ser um dos financiadores também não me surpreende, o que é surpreendente é a sua mãe ser realmente Miss Hawkings, aí teremos um bom material para formular teorias. Mãe e filho em lados opostos? Ou ambos do mesmo lado? E esta pergunta retoma de novo: "Que tipo de homem é Faraday?". Pode até ser sim, que Ellie seja a Ms Hawkings, mas, para mim, o mais relevante já está claro. Desmond a encontra. Por isso ela aparecia nas visões de Desmond em "Flashes Before Your Eyes"."



"O paradoxo da bússola é bastante similar ao paradoxo do relógio, do filme "Em Algum Lugar do Passado", de 1980, onde Christopher Reeve interpreta o teatrólogo Richard Collier, que recebe de uma senhora um relógio de bolso antigo (ela diz a ele: "come back to me"). A senhora é a atriz Elise McKenna (Jane Seymour). Richard volta ao passado e leva o relógio. Por acidente, ele retorna ao presente, ficando o relógio com Elise, que anos depois o encontra exatamente no ponto inicial do filme, quando o devolve o objeto. Fica a questão: qual a origem do relógio? Ou se preferir: quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha?"

Karen, Defenda a Ilha


""Jughead" tinha tudo para ser um episódio chato. No final das contas, os 42 minutos ficaram resumidos à busca do brotha pela mãe de Faraday, e o confronto na ilha entre os sobreviventes e os Outros, que praticamente exterminaram todos os camisas vermelhas. Mas algumas informações, inseridas de maneira casual na trama, fizeram deste um daqueles episódios reveladores, e que dão uma virada na história. Digamos que “Jughead” é a cola que une vários elementos da mitologia de Lost, formando uma “big picture” com a qual nós sequer ousamos sonhar ao longo das quatro primeiras temporadas. E a equipe da criação da série dá uma aula de como lidar com viagens temporais em um roteiro televisivo sem partir para o clichê e, principalmente, sem deixar furos. Lost me deixa maravilhada."



"Embora já fosse esperado, ainda foi revelador o reencontro entre Locke e Alpert, ao repassar a bússola dois anos antes de seu nascimento. É o que acaba motivando Alpert a acompanhar Locke por toda a sua vida, nos eventos já narrados em Cabin Fever. Ou seja, ele visitou o garoto mesmo, ao contrário do que considerei na semana passada, como sendo viagens no tempo também (que seriam úteis para não consertar erros assim...). O interessante é que nesse loop eterno, que descarta a origem da própria bússola, Locke também é responsável por seu próprio destino."

Eric Fuzii, Comentários em Série


Algumas idéias, teorias e observações diferentes, podem fazer a diferença ou nos ajudar a entender a complexidade do momento em LOST!

Grande abraço e namastê!

Leco Leite

Postar um comentário
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

.

 
who"s online

counter hit make

PageRank Free counter and web stats